Prepare times com as 10 competências do profissional do futuro

21/10/2023

Quanto custa a lacuna de habilidades dos seus colaboradores? Despertar o potencial do seu time pode ser a alavanca de resultados que você está buscando. E é por isso que você precisa conhecer as competências do profissional do futuro.

O Fórum Econômico Mundial (FEM) é o órgão responsável pelo relatório Futuro do Trabalho, que na edição 2023 revelou poderosas tendências para empresas e profissionais.

Você sabia que 23% dos empregos atuais mudarão? E que 69 milhões de novos empregos serão criados? Isso tudo em apenas 5 anos! Esses são só alguns dos muitos insights do estudo.

E onde sua empresa se encaixa nessa realidade? Para se manter competitiva, acompanhar a transformação digital e as mudanças velozes do mercado e do mundo, é fundamental ter um time preparado para esses cenários.

Mas preparado como? É isso que vamos responder neste conteúdo. Descubra as 10 competências relevantes para os profissionais do futuro e comece a acelerar a performance dos seus colaboradores.

Quais são as 10 competências do profissional do futuro?

O relatório Future of Jobs 2023 aponta 26 competências em crescimento até o ano de 2027. Você pode conferir a lista completa aqui.

Neste conteúdo, detalhamos quais são as 10 primeiras competências do futuro de acordo com o ranking do relatório. Confira:

  1. Pensamento criativo;
  1. Pensamento analítico;
  1. Alfabetização tecnológica;
  1. Curiosidade e aprendizagem ao longo da vida;
  1. Resiliência, flexibilidade e agilidade;
  1. Pensamento sistêmico;
  1. IA e big data;
  1. Motivação e autoconhecimento;
  1. Gestão de talentos;
  1. Orientação para servir e atendimento ao cliente.

Continue lendo para se aprofundar nas características e na importância das habilidades do futuro:

1) Pensamento criativo

Steve Jobs definiu muito bem o pensamento criativo quando disse que “a criatividade é a arte de conectar ideias”.

Quando os times fazem isso, abrem caminhos para transformar essas ideias em algo novo, explorando possibilidades.

Então, o pensamento criativo pode ser definido como a habilidade de imaginar, inventar e criar.

Pensar criativamente é questionar o status quo e buscar soluções diferentes para problemas comuns.

E se você pensa que apenas alguns profissionais são criativos, como aqueles das áreas de Marketing e Publicidade, saiba que muitas pessoas têm essa crença também.

Mas a verdade é que todas as pessoas são criativas. Além disso, essa habilidade pode ser desenvolvida com mudança de mentalidade e atitudes simples do dia a dia.

Participar de projetos que envolvam várias equipes é um exemplo que leva o colaborador a explorar seu repertório para colaborar no projeto. Em contrapartida, ao interagir com outras áreas, seu repertório também aumenta.

Para as empresas, o pensamento criativo é fundamental, pois leva à inovação, desde a otimização de um processo até a construção de um novo produto ou serviço.

O importante é que toda ação inovadora gera aprendizados e pode levar ao crescimento organizacional.

2) Pensamento analítico

O pensamento analítico é a habilidade de analisar informações, dados e cenários. Tal análise pode servir para uma simples tarefa do dia a dia, como também para uma tomada de decisão de alto impacto.

Essa habilidade é crucial para identificar oportunidades, desafios e ameaças à sua empresa.

E você sabia que, em 2023, ela representa 9% das habilidades essenciais para os profissionais, segundo o relatório Futuro do Trabalho 2023 (FEM)?

O pensamento analítico também auxilia na solução de problemas de forma embasada, sem achismos.

Por fim, ajuda no pensamento crítico, outra habilidade importante para profissionais de alta performance.

Saiba mais detalhes sobre o que é pensamento analítico e conheça 8 dicas práticas para desenvolvê-lo em seu time!

3) Alfabetização tecnológica

Como a transformação digital está cada vez mais acelerada, a todo momento acontecem mudanças nas tecnologias atuais, assim como o surgimento de novas.

Nesse sentido, a alfabetização tecnológica é a habilidade de usar a tecnologia no dia a dia profissional e se adaptar rapidamente a essas mudanças.

A geração Z, por exemplo, é nativa digital e já está alfabetizada em inteligência artificial (IA). Como sua empresa tem se preparado para esse cenário?

Uma coisa é certa: hoje, ter colaboradores no seu time com boa alfabetização tecnológica é crucial.

Isso impacta em times mais produtivos e inovadores, uma vez que a tecnologia pode ser usada para otimizar processos e automatizar atividades.

Dessa forma, com o apoio da tecnologia sua equipe se torna mais criativa, estratégica e orientada a resultados.

4) Curiosidade e aprendizagem ao longo da vida

A curiosidade é mais importante do que o conhecimento” disse certa vez Albert Einsten.

E por isso ela tem tudo a ver com a aprendizagem ao longo da vida!

Afinal, a curiosidade é o que move a busca pelo aprendizado constante.

E por falar nisso, essa é sem dúvidas uma das habilidades do futuro mais requisitadas pelas organizações.

66,8% das empresas acreditam que o aprendizado contínuo (lifelong learning) estará em crescente demanda até 2027.

Isso porque ser um eterno aprendiz é fundamental para continuar desenvolvendo novos conhecimentos e habilidades que contribuem para a atualização profissional, a inovação e a entrega de resultados.

Destacamos que o aprendizado ao longo da vida não acontece só por meio da educação formal.

Na verdade, toda experiência vivida pelo colaborador, inclusive em comunidade, contribui para o desenvolvimento de competências.

5) Resiliência, flexibilidade e agilidade

A resiliência profissional é a capacidade de lidar com situações adversas, tais como mudanças, pressão, metas, prazos e situações inesperadas, sem deixar que isso afete a saúde física e emocional.

Já a flexibilidade é a habilidade de abrir-se e adaptar-se ao novo, às oportunidades e aos desafios, seja uma mudança no mercado, uma alteração de um processo, o uso de uma nova ferramenta e por aí vai. Ser flexível é se moldar aos movimentos do ambiente!

A agilidade cumpre o papel de tornar esse processo eficiente, ou seja, é a capacidade de se adaptar a novos cenários de maneira rápida. Mas cuidado: a agilidade não é sinônimo de fazer as coisas mais rápido e sim de saber mudar de rota rapidamente.

Consideradas habilidades de autoeficácia, segundo o relatório Futuro do Trabalho 2023, elas são fundamentais para os colaboradores lidarem com desafios organizacionais – que estão cada vez mais complexos.

6) Pensamento sistêmico

O pensamento sistêmico é mais uma das competências relevantes para o profissional do futuro. Também conhecida como visão sistêmica, é a capacidade de entender a empresa de forma integral.

Afinal, as organizações são como organismos vivos: possuem diversos elementos que se interconectam para o bom funcionamento do todo.

Logo, o pensamento sistêmico ajuda a identificar problemas e oportunidades, entendendo qual o impacto de decisões em outras áreas.

Isso faz com que os times tenham uma visão mais estratégica. E consequentemente a empresa consegue ter mais integração e sinergia entre os setores, sendo mais eficiente.

Para tornar isso mais prático, imagine que um gerente da área de produção de uma empresa decida aumentar a produção de determinado produto. Para ele, essa ação é positiva, afinal, mostra que sua área está sendo mais produtiva.

Contudo, ele precisa entender como isso impacta outras áreas, a exemplo da área de logística, ou seja, há espaço para armazenar essa nova demanda?

7) IA e big data

Inteligência artificial (IA) e big data também fazer parte das competências do profissional do futuro. Com a ascensão dessas tecnologias, arriscamos dizer que hoje elas já são fundamentais.

Em resumo, a habilidade de usar a IA reflete em otimizar e automatizar a rotina de trabalho, enquanto a de big data serve para gerar, armazenar e dar visibilidade a diversos dados relevantes para a empresa.

Tais dados podem ser usados para antecipar problemas, identificar oportunidades, promover melhorias e dar base para tomada de decisões estratégicas.

Segundo o relatório Futuro do Trabalho 2023 (FEM) essas duas habilidades estão no 3° lugar das prioridades das ações de treinamento e desenvolvimento até 2027, o que representa 40% dos programas de treinamento em tecnologia.

O relatório também aponta que muitas empresas as veem como “uma prioridade estratégica” para suas operações:

  • 80% das empresas planejam integrar big data;
  • 75% das empresas planejam integrar técnicas de IA.

8) Motivação e autoconhecimento

Essas duas competências do futuro são interconectadas: uma influencia a outra. Mas você sabe a diferença entre elas?

O autoconhecimento é a capacidade de se conhecer profundamente, seus desejos, medos, limites, pontos fortes e a desenvolver.

Por outro lado, a motivação impulsiona nossas ações. Segundo o dicionário Aulete, a motivação é o “conjunto de motivos que levam uma pessoa a agir de determinado modo.”

Nesse sentido, o autoconhecimento nos ajuda a entender aquilo que nos motiva. Enquanto a motivação nos ajuda a ir atrás, nos aproximar e alcançar tudo o que faz sentido com o que somos e queremos.

Essas habilidades ajudam os colaboradores a entenderem se estão na empresa e na área certa, de acordo com seus desejos e habilidades.

Com isso, se tornam mais engajados, criativos e produtivos, além de se adaptarem melhor às mudanças, porque tem um propósito maior que os move.

Da mesma forma, eles podem até perceber que precisam buscar outro caminho que atenda melhor as suas necessidades.

Tudo isso deixa o ambiente de trabalho mais positivo, saudável e colaborativo. Afinal, pessoas que estão motivadas no trabalho tendem a trabalhar mais em equipe, praticar a aprendizagem colaborativa, inovar e se esforçar para alcançar as metas.

Você também pode gostar desse conteúdo: Motivação: como o autoconhecimento ajuda a desenvolver essa habilidade

9) Gestão de talentos

Esse é um tema amplo e que possibilita muitas discussões e insights. Mas trazendo a gestão de talentos do ponto de vista de habilidade, podemos afirmar que ela é mais voltada às lideranças e ao setor de Recursos Humanos.

O relatório Futuro do Trabalho 2023 a classifica como uma habilidade de gerenciamento. Nesse sentido, a gestão de talentos trata de toda a administração dos colaboradores dentro da organização. Desde a entrada até a saída, passando pelo desenvolvimento e sucessão, quando aplicável.

Mais do que apenas gerir e acompanhar indicadores, a gestão de talentos é responsável por identificar colaboradores que tenham as habilidades e o perfil adequados ao negócio.

Além disso, essa competência busca promover o alto desempenho, a retenção e o engajamento de funcionários para que a empresa se torne sustentável.

Recomendamos a leitura deste artigo do Fórum Econômico Mundial para se aprofundar nesta habilidade.

10) Orientação para servir e atendimento ao cliente

Esta habilidade tem como foco manter o cliente no centro de todos os processos da empresa.

Trata da capacidade de ser proativo, prestativo, disposto a ajudar e dar suporte ao cliente interno e externo. Isso porque toda a organização tem um objetivo em comum e os resultados são coletivos.

Apesar de estar na 10ª posição do ranking do relatório Futuro do Trabalho 2023 (FEM), vale destacar que o foco no cliente é essencial.

Afinal, essa habilidade é capaz de deixar os clientes mais satisfeitos, além de aumentar as chances de fidelização e de torná-los defensores e promotores da sua marca.

A orientação para servir e atendimento ao cliente também ajuda na gestão de conflitos e na escuta ativa, evitando ruídos na comunicação.

Se você não estiver cuidando de seus clientes, seu concorrente o fará.”

Bob Hooey – Palestrante internacional e instrutor de desenvolvimento de negócios

Você também pode gostar desse conteúdo: Inovação customer centric: como empresas estão gerando mais valor ao mercado

O que mudou nas habilidades do profissional do futuro?

Neste conteúdo do nosso Linkedin, você pode conferir quais eram as competências da edição 2020 do relatório Futuro do Trabalho (FEM).

Aproveite e já nos siga para acompanhar todas as publicações sobre este tema!

Reskilling e upskilling: a chave para desenvolver as habilidades do futuro

Agora que você já sabe quais são as competências do profissional do futuro, deve estar se perguntando como pode desenvolvê-las em sua equipe, certo?

Duas práticas em alta e que funcionam muito bem para isso são o upskilling (qualificação) e o reskilling (requalificação).

A qualificação trata de obter conhecimento e habilidades para atualização profissional, ou seja, para aprimorar habilidades que o colaborador já possua.

Já a requalificação é o mesmo processo, mas com foco em outros cargos e áreas. Isso significa que o reskilling está diretamente ligado às mudanças do mercado e de demandas por competências.

O Fórum Econômico Mundial, em seu relatório Futuro do Trabalho 2023 aponta que, nos próximos 5 anos, 44% das habilidades básicas dos profissionais vão mudar.

Nesse sentido, a chave para desenvolver as habilidades do futuro é apostar em qualificação e requalificação.

Mas como fazer isso na prática? Continue lendo e descubra!

Como qualificar e requalificar os colaboradores?

Em primeiro lugar, você pode mapear as habilidades que seu time precisa desenvolver. Nesse processo, é importante sempre alinhar o aprendizado necessário aos objetivos do negócio, ou seja, aos resultados que sua empresa quer alcançar.

Feito isso, é preciso encontrar maneiras de engajar os colaboradores na prática de upskilling e reskilling.

Afinal, não adianta investir em desenvolvimento de habilidades se seus colaboradores não são motivados para tal.

Por isso, além de estimular uma mentalidade de aprendizado contínuo, sugerimos algumas práticas que podem aumentar o engajamento dos seus colaboradores. Confira:

  • Aprendizado no trabalho: também conhecido como on-the-job learning, ele busca conectar teoria e prática. Ou seja, o conhecimento que o colaborador adquire é aplicado no ambiente de trabalho. Aqui a ideia é que o time solucione desafios reais do dia a dia para que de fato tenha aumento de performance e entrega de resultados;
  • Colaboração: construir conhecimento em conjunto, contar com o apoio e experiência de outros colaboradores é essencial para aprender e resolver problemas com agilidade. A colaboração pode acontecer de diversas formas, como na construção de processos e fluxos de trabalho, no desenvolvimento de projetos e por aí vai;
  • Experiência de aprendizagem personalizada: se cada pessoa tem um perfil e aprende de um jeito diferente, é pouco eficiente aplicar um formato único de aprendizagem. O ideal é personalizá-la com uso de tecnologia, especialmente de inteligência artificial. Além disso, é importante dar autonomia para o colaborador, desde o acesso aos conteúdos para desenvolvimento de habilidades, até a possibilidade de ele trocar conhecimento com outras pessoas da organização;
  • Conteúdo direcionado e útil: e por falar em conteúdo, tome cuidado com aquele que é obsoleto e pouco diferenciado. Afinal, com mudanças constantes nas habilidades do futuro, é mais eficiente preencher essas lacunas com um conteúdo de ponta e que de fato seja útil no dia a dia do time. O conteúdo que fica na gaveta não traz resultados nem para o colaborador nem para a empresa.

Além de conhecer o que são e a importância das competências do profissional do futuro, neste artigo você descobriu insights do relatório Futuro do Trabalho 2023 (FEM), o que é upskilling e reskilling e como você pode aplicá-los com seus colaboradores.

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